O Hello World desse blog (ou seja lá como você queira chamar esse site)
Uma nota curta sobre por que isso existe e sobre o que pretendo escrever aqui.
Eu sempre tive um lado criativo, quem me conhece sabe. Às vezes ele fica guardado em algum lugar obscuro, no fundo da gaveta, esperando anos pra ser utilizado. E às vezes eu me aproveito dele muito bem. Sempre gostei muito de escrever, e faz tempo que queria ter um lugar só meu pra publicar meus pensamentos. Mas só aqueles que eu gostaria que fossem públicos, claro. Ninguém quer entregar todo o funcionamento interno do seu cérebro assim, de graça. Ainda assim, acho que algumas das minhas aventuras intelectuais merecem um pouco de exposição, até porque, sem alguém pra julgar, nunca saberei se valeram a pena.
Uma das minhas inspirações pra criar um site/blog foi o Fábio Akita. Eu acompanho ele há muito tempo, e foi por meio dos vídeos do canal do YouTube dele que eu comecei a estudar sobre computação, antes de entrar na faculdade. Apesar dos vídeos serem realmente muito bons, fornecendo aprendizados difíceis de obter de outra forma, depois de um tempo maratonando os vídeos eu descobri o blog dele, akitaonrails.com. Eu achei muito massa, e gostei da ideia de se ter um lugar pessoal onde se expõem opiniões e aprendizados.
O Akita é um cara com experiência, que vive há anos na indústria. Eu, um mero estudante levemente adiantado no conteúdo da faculdade de computação. Esse negócio de escrever, ter um blog, parece coisa de gente velha pras pessoas da minha geração. Mas, como falei no último post, eu gosto da ideia de fazer coisas à moda antiga de vez em quando. O termo “Blog” soa muito 2010, mas não sei que outro nome daria a esta porcaria deste site que você está lendo. Acho que vai ser “blog” mesmo. Bem que eu tenho treinado pra ligar menos pra opinião dos outros, e olha só: tá funcionando!
Enfim, chame como você quiser, eu acho que vale a pena publicar algo de vez em quando por aqui. Mesmo que ninguém esteja interessado, tanto faz! Que seja apenas a minha pasta pública de notas, então. Só de eu ter aberto a gaveta e tirado de lá do fundo a minha criatividade, considero que já valeu a pena.
